A Meio do Tejo

A MEIO DO TEJO é um projeto de criação artística em território, desenvolvido ao longo de 2025 em várias localidades da região do Médio Tejo, incluindo Tomar, Ourém, Alcanena, Sardoal e Torres Novas.

 

Criado pela Terra Amarela, parte da construção de um território ficcional entre margens, explorando relações entre paisagem, palavra, corpo e pensamento coletivo.

 

Acompanhei o projeto desde o início como fotógrafo, num trabalho de presença continuada, com a fotografia integrada desde a sua fase inicial.

O trabalho iniciou-se com a criação da imagem de cartaz, numa fase ainda embrionária do projeto. A fotografia partiu da leitura de um briefing aberto e da tentativa de condensar visualmente um território que existia sobretudo no plano simbólico.

Ao longo do desenvolvimento do projeto, acompanhei o processo criativo, os ensaios e os encontros que foram dando forma ao trabalho. Mais tarde, o audiowalk introduziu uma relação direta com o território, onde a escuta se tornou central, e o espetáculo reuniu os diferentes elementos do percurso.

As imagens não seguem uma cronologia nem procuram explicar o projeto. Resultam de uma aproximação construída ao longo do tempo, a partir da observação e da presença. O trabalho foi estar, acompanhar e escolher, aceitando que nem tudo se revela e que o silêncio também faz parte do que fica.

Informação Técnica

Projeto: A MEIO DO TEJO
Função: Fotografia
Contexto: Projeto artístico em território
Ano: 2025

Texto: Raquel S.
Direção: Marco Paiva
Assistência de encenação: Paulo Azevedo
Interpretação: Paulo Azevedo, Joana Duro, Daniela Antunes (música ao vivo), Mariana Vences, Rosa Agudo e Silvia Durão
Cenografia: Fernando Ribeiro
Figurinos: Helena Machado
Música: José Alberto Gomes e Daniela Antunes
Desenho de luz: Nuno Samora
Fotografia: João Versos Roldão
Direção de produção: Beatriz Sousa
Gestão financeira: Nuno Pratas

Organização: Município de Tomar, CTP, RP, dgArtes, RTCP
Coprodução: Terra Amarela, Teatro Virginia, Teatro Municipal de Ourém, Cine-Teatro Paraíso de Tomar, Cine-Teatro São Pedro de Alcanena e Centro Cultural Gil Vicente no Sardoal

 

Este projeto integra e aprofunda a minha prática de acompanhamento continuado de processos artísticos em território.


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